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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Analise do Game Getting Up: Contents Under Pressure

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game para:Pc,Xbox antigo e ps2

O grafite, para muitos, ainda é um assunto controverso, circulando entre os conceitos extremos de ato de vandalismo e arte. De qualquer maneira, indiscutivelmente trata-se de uma manifestação da cultura urbana, bastante difundida nos Estados Unidos e cada vez mais presente em território nacional, principalmente na forma de projetos sociais.

O estilista Marc Ecko, responsável pela grife inspirada na arte dos grafiteiros, não apenas cedeu seu nome a "Getting Up: Contents Under Pressure", mas exerceu papel fundamental no processo de desenvolvimento do jogo para PC, PlayStation 2 e Xbox, na direção executiva e criativa do projeto.

O resultado? A grosso modo, um retrato interessante da cultura dos grafiteiros, mas também um jogo limitado e que apresenta erros técnicos que comprometem significativamente o conjunto da obra.

Explore, lute e piche

O protagonista da trama é o jovem Trane, um aspirante ao estrelato no universo da grafitagem, e a história é contada em forma de flashback, mostrando a saga do rapaz na cidade fictícia de New Radius. Ele não está na lista dos dez mais amados da vizinhança, em especial pelo costume em "atropelar" o grafite dos rivais - ou seja, colocar a marca dele em cima de outras.

Em especial, Trane se indispõe com a gangue conhecida como Vandals of New Radius (ou simplesmente VaNR), mas o enredo, que começa despretensioso, supérfluo e manjado, até consegue proporcionar algumas boas surpresas conforme o andamento da aventura. As tropas da CCK, a "polícia" de New Radius, são outra pedra no sapato de Trane, que freqüentemente está envolvido em confusão, como você já deve imaginar.

Basicamente, pode-se dizer que "Getting Up: Contents Under Pressure" se divide em três vertentes: explorar, lutar e pichar. São várias fases, em ambientes urbanos que remetem a uma espécie de Nova York futurista, onde todos parecem dispostos a arrumar encrenca sem muito custo.

Quanto à porção "exploração" do jogo, Trane é capaz de executar alguns movimentos que deixariam o Homem-Aranha e Lara Croft morrendo de inveja. Nenhum local parece inacessível para ele, que escala dutos pela parede e utiliza parapeitos, plantas e postes para alcançar locais em que a sua marca fique verdadeiramente exposta.

Se você sente saudade dos tempos de "Tomb Raider" (alguém sente?), essa parte de "Getting Up: Contents Under Pressure" deve proporcionar momentos nostálgicos, muito embora o andamento linear das fases não apresente grandes desafios. Se serve de consolo, ao menos os ambientes escondem vários itens, e encontrá-los faz parte dos objetivos secundários, liberando novos estilos de grafite e pontos de reputação.

Como já dissemos, Trane é um rapaz que não consegue cativar muito as pessoas, tendo sérios problemas com outros grafiteiros e autoridades. Por isso, os combates acontecem como uma freqüência incrível. Entre socos, pontapés, agarrões e provocações, as lutas são um tanto repetitivas, principalmente no início.

Pintando o sete

Com o passar do tempo, Trane aprende novos movimentos e os combos ficam mais interessantes e variados, proporcionando seqüências interessantes, principalmente quando se luta contra mais de um adversário ao mesmo tempo. Ainda assim, a técnica muitas vezes dá lugar a um frenético apertar de botões, na tentativa de quebrar a defesa do oponente e acertar um golpe certeiro.

Nas fases avançadas, os adversários ficam mais resistentes e as brigas melhores. O jogo até arrisca seus momentos de "stealth", com a possibilidade de aproximar-se sorrateiramente dos inimigos e, traiçoeiramente pelas costas, acertar um golpe certeiro e fatal com o tubo de spray.

Por fim, temos, obviamente, o grafite. O game é um amontoado de áreas urbanas e quase todas elas estão repletas de muros. Boa parte dos objetivos principais do jogo se resume a grafitar, sem poupar as marcas rivais ou até mesmo carros, por exemplo.

Mesmo que você tenha dificuldades em encontrar os locais adequados para pichar, uma espécie de "sexto sentido" do protagonista (ok, vamos deixar colocado assim) indica onde eles estão. Uma vez devidamente posicionando em frente a um grafite rival, a sua marca aparece, sobrepondo a rival; então, um timer é ativado e você brinca de pintor até preencher os espaços com tinta.

O desafio aqui é mesmo contra o tempo, ou seja, pichando sem deixar espaços em branco e sem "borrar" a marca. Qualquer uma destas falhas faz você perder pontos de reputação, que liberam novos recursos e aprimoramentos - um destes, inclusive, permite pichar mais rapidamente, o que é bom, à medida que, passado algum tempo, "grafitar" marcas e mais marcas fica um tanto quanto enfadonho.

Perdendo aqui, ganhando ali

Visualmente falando, "Getting Up: Contents Under Pressure" lembra a série "Tony Hawk", pois reproduz com sucesso o clima de ambientes urbanos, com gente decadente, carros, locais abandonados etc., mas sem se aprofundar em nenhum deles. Em outras palavras, isso significa que os gráficos são bons, principalmente pelos grafites, mas os cenários carecem de detalhes, e tanto a expressão facial quanto a própria sincronia labial dos personagens deixam muito a desejar.

A inteligência artificial chega a ser medonha em certos momentos: você pode, por exemplo, agredir um guarda e, em seguida afastar-se dele alguns metros, e vê-lo levantar e voltar ao seu posto como se nada tivesse acontecido. Enfim, falhas imperdoáveis para qualquer game de ação que se preze.

No PC, notam-se os típicos problemas da migração de um jogo característico dos videogames: resposta lenta aos comandos, freqüentes problemas com as perspectivas adotadas pelas câmeras, locais pré-determinados para salvar o jogo e poucas opções para personalizar os gráficos, por exemplo.

Por outro lado, justiça seja feita: a trilha sonora é primordial, com faixas de Mobb Deep, Del The Funky Homosapien, Pharoahe Monch e muitos outros - com direito a iPod na tela de apresentação e muitas músicas para destravar ao longo do jogo. O trabalho com a dublagem também ficou excepcional, contribuindo para dar um pouco mais de profundidade aos personagens principais.

No final das contas, "Getting Up: Contents Under Pressure" é um bom jogo, no conjunto da obra. Certamente, quem gosta dos mistos de aventura e ação tem nele um bom passatempo, mas daqueles totalmente descartáveis.

Porém, aqueles que nutriam grandes expectativas em relação ao game, a ponto de colocá-lo ao lado da série "Prince of Persia", por exemplo, podem esquecer tais comparações, pois o jogo de Marc Ecko fica muito aquém disso.

Mas, enfim, é um retrato descolado e muito válido do universo do grafite que, enquanto expressão da arte urbana, merece todo o respeito e consideração. Enquanto game, merecia mais.
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sexta-feira, 2 de março de 2012

Mortal Kombat(uma revolução em games)

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Matar ou morrer


Em sua história, a série ‘Mortal Kombat’ mostrou que uma luta só fica completa com socos, chutes e galões de sangue







O maior defeito de Scorpion é não ter um hálito refrescante


Hoje em dia, qualquer jogo mediano de tiro mostra fartos espirros de sangue saindo dos inimigos. Para chocar alguém nos cínicos anos 2000, é preciso alguma coisa muito controversa.


E se tem alguém com experiência nisso é Ed Boon e seu time da Nether Realm, que se prepara para lançar “Mortal Kombat”, o nono game da franquia, que busca levar a série de volta a suas raízes – tanto na jogabilidade quanto na violência.


Para celebrar o retorno deste peso pesado a seus princípios mais básicos, relembramos os outros games da série. Do debute em 1992, que praticamente criou o sistema de classificação etária nos games, ao encontro com Batman, Superman e Lex Luthor em “Mortal Kombat vs. DC Universe”, de 2008, a série mostrou a seu grande rival, “Street Fighter”, que hadoukens são divertidos, mas nada se compara a um sanguinolento quebra-quebra, com desmembramentos e ossos partidos.


Na lista, compilamos apenas os games da franquia principal, sem considerar spin offs como “Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero” ou “Mortal Kombat: Shaolin Monks”.









Mortal Kombat | Produtora: Midway | Lançamento: 1992 | Plataformas: Arcade, SNES, Mega Drive


Aqui é onde tudo começou. Com uma galeria de personagens limitada a sete lutadores – formada pelos clássicos Liu Kang, Raiden, Sonya Blade, Johnny Cage, Sub-Zero, Scorpion e Kano – o game inovou tanto na brutalidade quanto em seu estilo gráfico, que usava imagens digitalizadas de atores em vez de gráficos de desenho animado.


O conceito dos Fatalities também foi apresentado logo no primeiro game e é, até hoje, uma das características marcantes da série. Ao fim do último round, o lutador derrotado fica indefeso em um estado de confusão, pronto para ser abatido ou por um golpe normal ou por uma intrincada combinação de botões que, se apertada corretamente, permitia que o vencedor eliminasse o adversário brutalmente.


Em 1992, o choque de ver Kano arrancando o coração ainda pulsante do peito de algum infeliz gerou uma onda de controvérsia que culminou na criação do ESRB, o órgão que até hoje é responsável pela classificação etária dos games nos EUA.









Mortal Kombat II | Produtora: Midway | Lançamento: 1993 | Plataformas: Arcade, SNES, Mega Drive


Considerado o melhor da franquia e sempre próximo ao topo de melhores games da era 16 bits, “Mortal Kombat II” é um exemplo de sequência. Maior, mais bonito, mais ágil, com mais personagens que seu predecessor, o game foi um hit dos fliperamas e, posteriormente, em consoles como SNES e Mega Drive. O segundo episódio da franquia perdeu personagens como Sonya Blade e Kano, mas trouxe memoráveis adições como as ninjas Mileena e Kitana; o soldado grandalhão Jax e o monstrengo com duas lâminas nos braços Baraka.









Mortal Kombat 3 | Produtora: Midway | Lançamento: 1995 | Plataformas: Arcade, SNES, Mega Drive


Em “Mortal Kombat 3” a série deu algumas guinadas peculiares. Na jogabilidade, algumas funções novas, como a possibilidade de correr e os Animalities, uma expansão do conceito dos fatalities que começou em “Mortal Kombat II” com o Babality e o Friendship.


“Mortal Kombat 3” adota uma palheta de cores muito menos colorida que seus predecessores e marca também uma maquiagem ocidental no estilo do game, com uma notável mudança no visual de alguns personagens, como Sub-Zero e Smoke, que deixaram de ser ninjas e o segundo até virou um ciborgue, nos mesmos moldes dos novos Cyrax e Sektor. Dentre as notáveis ausências no game estão o ninja amarelo Scorpion, o ator canastrão Johnny Cage e o deus do trovão Raiden.







Mortal Kombat 4 | Produtora: Midway | Lançamento: 1997 | Plataformas: Arcade, Nintendo 64, PlayStation


O primeiro “Mortal Kombat” em 3D foi um pequeno deslize na série, que marcou o início de uma série de decisões estranhas do time de desenvolvimento.


Os divertidos Babalities e Friendships foram limados, assim como os brutais Animalities e o game trouxe a equivocada decisão de incluir armas nos combates, uma ideia que se grudou à série nos três games que vieram depois. O elenco também não era dos melhores, com personagens novos e sem carisma, à exceção do feiticeiro Quan Chi e, claro, dos personagens tradicionais, como Johnny Cage, Raiden e Liu Kang. No mais... Fujin? Tanya? Não.









Mortal Kombat: Deadly Alliance | Produtora: Midway | Lançamento: 2002 | Plataformas: PlayStation 2, GameCube, Xbox



Mesmo com uma boa recepção dos fãs e da crítica, a série começou a declinar com “Mortal Kombat 4”. Ed Boon e sua equipe se fecharam e, após um hiato de cinco anos, lançaram “Mortal Kombat: Deadly Alliance” em 2003.


Com uma jogabilidade em 3D, o game marca um grande distanciamento da franquia. No game, cada lutador tem dois estilos de luta, que podem ser mudados a qualquer momento com o toque de um botão, e uma arma. O número de Fatalities foi limado para apenas um por lutador e mais personagens sem carisma foram enfiados na já rocambolesca trama, como o espadachim cego Kenshi e o beberrão Bo’Rai Cho. Ainda assim, o game foi aclamado como o melhor jogo de luta para Xbox e GameCube de 2002 pelo Gamespot.









Mortal Kombat: Deception | Produtora: Midway | Lançamento: 2004 | Plataformas: PlayStation 2, GameCube, Xbox


Pouco mudou na jogabilidade de “Mortal Kombat: Deception”, quando comparada a de seu predecessor, mas o game trouxe algumas novidades peculiares em modos extras de jogo.


O modo “Konquest”, uma entediante aventura que explora a absurda trama do game, criada em “Deadly Alliance”, retorna expandida, ao lado de modos como “Chess Kombat”, que mistura “Mortal Kombat” com xadrez, e “Puzzle Kombat”, um clone de “Super Puzzle Fighter II Turbo”. O game traz 26 personagens – incluindo Liu Kang em versão zumbi – e o número de Fatalities para cada personagem aumentou de apenas um para dois.








Mortal Kombat: Armageddon | Produtora: Midway | Lançamento: 2007 | Plataformas: PlayStation 2, Xbox, Wii


Uma espécie de “quem é quem” da franquia “Mortal Kombat”, “Armageddon” é, na insana trama da série, o capítulo final para os lutadores e traz 63 lutadores oriundos de todos os games, além de ainda apresentar dois novos personagens.


O sistema de combate segue a mesma tradição dos dois games anteriores, com os personagens usando estilos de luta que podem ser mudados durante a batalha, o que acaba deixando os lutadores um pouco sem personalidade. Agravando isso, o sistema de Fatalities foi revisto: em vez de um ou dois finalizadores brutais específicos para os personagens, foi implementado um sistema genérico igual para todos os lutadores.


Nos modos de jogo, o tedioso Konquest volta, com uma trama absurda e uma jornada longa coletando artefatos e moedas, para destravar artes conceituais, roupas alternativas e novos personagens. Uma novidade é Motor Kombat, um clone de Mario Kart sem muito refino, que cansa após algumas horas.









Mortal Kombat vs. DC Universe | Produtora: Midway/Warner Games | Lançamento: 2008 | Plataformas: Xbox 360, PlayStation 3


Poucas pessoas não ficariam interessadas com a ideia de ver o Batman socando violentamente a cara de Liu Kang ou Scorpion acertando um belo chute no queixo kriptoniano do Superman. Com isso em mente, Ed Boon e uma combalida Midway – que acabou falindo e vendendo a série para a Warner Games – promoveram esse encontro de gigantes. O resultado é um passo na direção certa e algumas cambalhotas na direção errada.


Em “MK vs. DC”, a jogabilidade voltou a um esquema mais tradicional, com cada lutador usando um estilo de luta próprio e com o retorno dos Fatalities. Bem, pelo menos para uma parte do elenco. O game foi duramente criticado por suavizar a violência e heróis como Batman, Superman e Lanterna Verde não executam seus inimigos, mas realizam os chamados Heroic Brutalities. No fim das contas, a jogabilidade era sólida, mesmo que este crossover não chegue aos pés de “Marvel Vs. Capcom”.
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9 Clássicos dos Games

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Qual seu clássico favorito?
Apesar de não oferecer toda a pompa da tecnologia atual, games da década de 1980 divertiram muita gente e se tornaram ícones que são eternamente lembrados. Pensando nisso, o MSN Jogos separou alguns títulos que estavam empoeirados na lembrança e os compactou em uma lista para você imergir em profunda nostalgia. Aproveite!












Pac-Man – 1980

Clássicos dos clássicos, “Pac-Man” foi desenvolvido para arcades em 1980, por Tohru Iwatani, para a empresa Namco, sendo no futuro distribuído para o mercado americano pela Midway. O game, que conduz o jogador a comer balinhas deixadas num labirinto, foi muito bem recebido por público e crítica.












Tetris – 1984

“Tetris” é um jogo desenvolvido pelos russos Alexey Pajitnov, Dmitry Pavlovsky e Vadim Gerasimov, em 1984. O jogo tem espírito criativo, cujo objetivo está em encaixar peças de formatos diversos que descem do topo da tela e que devem eliminar linhas. O jogador perde quando as linhas não se formam e inundam toda a tela.












Super Mario Bros. – 1985

Lançado pela Nintendo em 1985, “Super Mario Bros.” foi um dos primeiros jogos a serem lançados em plataforma lateral. Este é o game mais vendido da história dos videogames e foi o principal responsável pelo suceddo do console NES. No ano de 2010 a Nintendo lançou uma compilação em homenagem aos 25 anos do jogo.












Alex Kidd in Miracle World - 1986

Embutido no console Sega Master System, o game do garotinho Alex Kidd foi um forte concorrente para o “Super Mario Bros.”. Isso por sua jogabilidade ser próxima ao game do encanador.








Street Fighter – 1987

Desenvolvido originalmente pela Capcom, “Street Fighter” é um dos mais populares jogos de luta já lançados ao mercado. O game oferece ao jogador a opção de escolher entre os melhores jogadores do mundo, e lançar um golpe especial conhecido como o popular “hadouken”.








Prince of Persia - 1989

Outro clássico que começou lá em 1989. Apesar de não ter um “i” antes do “P”, Prince of Persia é um produto originalmente da Apple, já que foi lançado pela primeira vez na plataforma Apple II. De lá para cá, o jogo ganhou diversas continuações e se tornou cada vez mais conhecido no mundo do entretenimento. Tanto que até ganhou um filme produzido pela Disney. E olha que mais jogos da série vêm por aí, hein?












Golden Axe – 1989

Quando se fala em batalhas no estilo hack and slash, ou simplesmente “jogos de porrada”, Golden Axe vem na cabeça. O título foi lançado em 1989 para os fliperamas, e por sorte divina para os jogadores também foi convertido para o Mega Drivee Master System. A pancadaria medieval deu tão certo que duas sequências do título foram lançadas. E a série chegou a sobreviver até hoje, com um jogo para Xbox 360 e PlayStation 3.












Sonic The Hedgehog - 1991

O ouriço azul deu as caras pela primeira vez em 1991, no Mega Drive. Com uma história maluca em que um cientista gordo aprisiona animais e quer dominar o mundo, Sonic conquistou a juventude gamer e entreteu a infância de muita gente. E ele continua bem vivo assim como seu ex-concorrente e agora “parceiro” Mario Bros.












Mortal Kombat - 1992

Apesar de Mortal Kombat ter sido lançado em 1992 com muitas versões em que não continha sangue, há um código secreto na tela de créditos iniciais que destravava a sangria do game em sua versão “original”. Nem precisa falar que todo moleque sabia a combinação, não é mesmo?

O maior atrativo do título que se consagrou como um dos melhores games de lutas já criados é o sangue e sua violência. Agora, é curtir as ramificações do jogo, que foram parar em um jogo de aventura, em batalhas contra o universo DC e o mais novo game da série que chega no mês de abril deste ano.
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Street fiter zonbie

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Como será a versão do Street Fighter depois do Apocalipse Zumbi ???

A Visão de alguns lutadores zumbificados, do clássico dos video games de luta, veio no desenho do Brasileiro Manuel Augusto Moura.




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